13.12.09

os bros

vénia para todos eles, que basicamente é um e uma (part-time)

eu, tudo sobre eu

não sei o que sinto.
não sei se estou bem, ou mal. mas estou alguma coisa. o meu corpo é uma efervescência de sentimentos, de hormonas. sinto-me vivo, mas não realizado. mas sinto-me confiante. e vou triunfar.

still bulletproof

6.12.09

Odeio o amor que a mim tenho

A dor de conhecer a felicidade, a amargura de querer mais, a ressaca do êxtase, a estranheza de sentirmos o mundo a mexer apenas com uma frase, uma nota ou uma imagem, a vivência profunda e real de quem não sabe viver. Toda a angústia que isso nos traz… E o abraço com que recebemos essa dor e o orgulho que nos traz. Tudo isso nos faz sentir por vezes cinzentos, quando na realidade o que temos dentro é um turbilhão hiperbárico de cores que berram por estarem encarceradas. Ouvir-nos a nós próprios e invejar por alguns segundos aqueles de quem sentimos pena… Assim são os loucos…

4.12.09

o amor

acho que já estou curado. pelo menos sinto-me curado.
como um agarrado sinto que posso recair, mas acho que já tá ultrapassado.

a paixão, o amor, o que lhe quisermos chamar tem destas coisas, mas eu sinto-me curado. a esperança seguida da desilusão e daquele período filho da puta torna-nos mais fortes. é complicado ter vontade de passar por tudo novamente, mas é no momento em que nos sentimos disponíveis a correr novamente o risco que sabemos, já tá.

posso no futuro vacilar, mas agora sinto-me assim, bulletproof.