A dor de conhecer a felicidade, a amargura de querer mais, a ressaca do êxtase, a estranheza de sentirmos o mundo a mexer apenas com uma frase, uma nota ou uma imagem, a vivência profunda e real de quem não sabe viver. Toda a angústia que isso nos traz… E o abraço com que recebemos essa dor e o orgulho que nos traz. Tudo isso nos faz sentir por vezes cinzentos, quando na realidade o que temos dentro é um turbilhão hiperbárico de cores que berram por estarem encarceradas. Ouvir-nos a nós próprios e invejar por alguns segundos aqueles de quem sentimos pena… Assim são os loucos…
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moço, ou sou branco ou black, cinzento jamais in mi vida! não tenhas inveja dos tristes de espírito. que o mundo há-de ser nosso
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