20.5.10

era bonito de se ver

e era eu com uma filha da puta de uma Hattori Hanzō a limpar tudo ao som do pastor.
até a flauta fica bem aqui caralho. era o que se chamava um mimo.
e o som é tão harmonioso. é que dá para imaginar

a cena final,

a tensão,

o movimento lento, perfeito. a delicadeza provocatória da lentidão. o olhar cego, possuído, cheio de ódio, mas ao mesmo tempo numa paz interior (já se sabia ao que se ia).

e tudo tão belo, preciso. tudo numa perfeita simbiose. som e imagem.

foda-se, não faço a mínima ideia do que queria dizer.

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