a vida.
estou feliz e triste. e falam-me de moças de 1.90.
e eu penso na UMA, será que é como a UMA?
estou triste, feliz, desesperado, eufórico,
se ao menos tivesse alguém, apenas alguém que me compreende-se, era tudo o que pedia.
e os dias passam, as horas passam, os minutos, os segundos, a cerveja a correr pela guela, os pensamento a irem para onde não devem, e eu a pensar,
foda-se, não tu puta,
e a puta a aparecer no meu pensamento, e eu,
não puta, tu não,
e ela a desaparecer, as ninfas, como o nabokov tão bem as definiu a cheirarem, e eu a cheirar,
ai como elas cheiram bem,
e eu a não forcar, apenas a cheirar as ninfinhas, as lolitas,
ai como eu gosto de lolitas,
o nabokov é que tinha razão. apenas isso, nem mais nem menos. as lolitas derretem-nos, e com toda a razão. lolitas há poucas e há que aproveitar. eu no fundo, dos fundos do fundo, quero ser derretido por uma lolita. uma menina fútil,
ai lolita,
frágil, materialista. ai lolita, tu derretes-me o coração.
2.7.10
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